
Devo enfatizar que quem leciona na Educação Infantil também precisa planejar e avaliar as atividades, considerando a organização do tempo, do espaço e dos materiais, em função do perfil da turminha.
Lembro-me que em um dos slides que usei em uma aula, coloquei uma balança, para que essa visualização pudesse ficar “fotografada” em suas
memórias, para que elas nunca se esqueçam que o “brincar”, o movimento, as artes visuais, a identidade e autonomia, a linguagem oral, têm o mesmo peso que a matemática e a leitura e escrita. Lembro-me também de ter dito que as crianças de 4 e 5 anos da creche e das escolas públicas já podem estar envolvidas em atividades de escrita espontânea e pseudoleituras, assim como as crianças da rede particular, e com o trabalho com o nome próprio e o dos coleguinhas, o reconhecimento de letras iniciais, o contato com a diversidade textual, num trabalho natural e construtivo de alfabetização através do letramento. Pois estas crianças têm a mesma capacidade e competência, o que falta muitas vezes é a ausência de um ambiente alfabetizador em casa, ou de oportunidades na escola e, principalmente, nas creches sem orientação didática.
O Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil surge, na tentativa de oferecer a igualdade de estrutura bibliográfica e qualidade no ensino, através da fundamentação teórica e sugestões de atividades para crianças de 0 a 3 e 4 a 6 anos de idade. As atividades nesta faixa etária devem sempre envolver a ludicidade e o jogo, fatores imprescindíveis para a manutenção do interesse dos pequeninos. O “brincar” desenvolve a imaginação e a criatividade. O pensamento é simultâneo ao movimento, por isso não podemos exigir que fiquem sentados quietos por muito tempo. É preciso dosar as atividades que exigem mais concentração, intercalando-as com outras em que possam movimentar-se livremente, para não podar o pensamento. Uma coisa é certa: quanto mais variadas forem as atividades, maior a garantia de qualidade no desenvolvimento do grupo.
Daí, a minha satisfação pela montagem deste blog. Tenho a certeza de que estas sugestões poderão auxiliar e muito aos profissionais desta área. Portanto, usem, abusem e se lambusem!
Eunice Molina
14/06/2009

O Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil surge, na tentativa de oferecer a igualdade de estrutura bibliográfica e qualidade no ensino, através da fundamentação teórica e sugestões de atividades para crianças de 0 a 3 e 4 a 6 anos de idade. As atividades nesta faixa etária devem sempre envolver a ludicidade e o jogo, fatores imprescindíveis para a manutenção do interesse dos pequeninos. O “brincar” desenvolve a imaginação e a criatividade. O pensamento é simultâneo ao movimento, por isso não podemos exigir que fiquem sentados quietos por muito tempo. É preciso dosar as atividades que exigem mais concentração, intercalando-as com outras em que possam movimentar-se livremente, para não podar o pensamento. Uma coisa é certa: quanto mais variadas forem as atividades, maior a garantia de qualidade no desenvolvimento do grupo.
Daí, a minha satisfação pela montagem deste blog. Tenho a certeza de que estas sugestões poderão auxiliar e muito aos profissionais desta área. Portanto, usem, abusem e se lambusem!
Eunice Molina
14/06/2009